11 Junho 2008

O envio de mensagens de luz está suspenso temporariamente. Peço que releiam as diversas mensagens deste site. São mais de duzentas já publicadas.
 

Fiquem todos com muita luz e paz no coração.

 

Até breve.

 
Missionário da Luz

 


Despedida

 

Não é um adeus definitivo...
Preciso de tempo.
Vou sair pelo mundo...
Vou viajar... Estudar.
Vou curar as feridas da alma...
E também do coração.

Vou analisar o mundo, os astros...
Mas levo todos vocês em meu coração.
Vou deixar a porta aberta para quem quiser
Visitar-me e deixar o seu recado...
Onde quer que eu esteja...
Sempre que der passarei para lhe visitar...

Sou errante... Viajante do tempo...
Eu sou como o vento...
Apenas eu passo...
Se sentires um leve aroma de jasmim...
Serei eu que estarei chegando...
Pra matar minha saudade...
Dos amigos que aqui deixei.

Vou passar na Argentina...
Vou dançar um tango de Gardel...
Vou levar meu violão...
Vou rimar meus versos...
Vou ouvir meu coração...
Vou apreciar a natureza...
Vou observar o colorido das flores...
Vou melhorar meu visual...
Vou aos anjos agradecer...

Não é um adeus... Apenas uma partida.
Na vida precisamos inovar novos caminhos...

E eu ainda sou uma mera aprendiz.

Texto de Vania Staggemeier

28 Maio 2008

Norma de ouro

Ama o próximo como a ti mesmo.


A regra áurea reconhece o amor a nós próprios, justificando a necessidade do auto-apreço, para que não estejamos pregando estima aos outros, a chafurdar-nos em desmazelo.

Muito naturalmente aspiramos ao respeito pelos direitos que a vida nos atribui.

Almejamos a cooperação de muitos para que os nossos deveres se façam bem cumpridos.

Nas horas do erro, agradecemos a caridade dos que nos propiciem o reconforto da tolerância.

Nos momentos de acerto, sentimos noivo impulso ao serviço ante os estímulos da amizade.

Acicatados pela necessidade, queremos que os outros nos auxiliem.

Doentes, não duvidamos de que o próximo tem a obrigação de amparar-nos.

Diante daqueles que amamos exigimos a consideração dos que se aproximam.

Nas tarefas que impelidos a realizar aguardamos a avaliação afetiva dos que andam conosco.

Forçoso observar que os outros esperam também tudo isso.

A incompreensão aborrece-nos, o sarcasmo que se nos atira mais se assemelha a esbraseado estilete com que se nos revolve os tecidos da alma. Acontece o mesmo na sensibilidade de quantos nos cercam.

Por outro lado, não nos seria lícito receitar educação para os semelhantes sem sermos educados, e nem apelar para o caráter alheio se nos amodorramos no charco da incúria.

"Ama o próximo como a ti mesmo", diz a norma de ouro.

Nada de endeusar-nos, nem aparentar valor que não temos, mas respeitar-nos, garantindo ao nosso espírito o dom de aprender, servir e melhorar-nos com tranqüilidade de consciência. Para chegarmos a isso, reconhecer que, em tudo, é preciso dar e fazer aos outros tudo aquilo que desejamos seja dado e feito a nós.

 

André Luiz

No livro 'Sol nas Almas';

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

21 Maio 2008

O trabalho

Após a tensão experimentada no trânsito sufocante, chegas invariavelmente ao local de trabalho com mau humor, cansaço ou indisposição.

 

Relacionas então as necessidades que deves suprir, e sofres sob a conjuntura que se te impõe, no trabalho diário.

 

Vês outros indivíduos que parecem prósperos e felizes, usufruindo benefícios da vida, que nunca te chegaram, e a amargura começa a aninhar-se no teu sentimento doído.

 

*

 

Evita cair no desalento, face à insinuação falsa.

 

O trabalho é dom da vida, que dignifica e mantém o homem.

 

Em toda parte o trabalho se impõe como lei mantenedora do equilíbrio.

 

Sem ele tudo retornaria ao caos do princípio, e os objetivos superiores naufragariam no tédio e na ociosidade doentios.

 

Busca, portanto, motivação para fazeres bem o teu trabalho, renovando-te nele e nele colocando os teus melhores empenhos, de modo a te enriqueceres de justa gratificação emocional em relação ao teu maravilhoso meio de ganhar com nobreza o pão diário.

 

Joanna de Ângelis

No livro 'Episódios Diários';

Psicografia de Divaldo Pereira Franco.